"Tenho um amor que me veio pronto, assim, água que caiu de repente, nuvem que não passa(...)" Caio F. Abreu.
Não, meu amor não tá escrito por outro alguém, meu amor sou eu e você. Eu tenho um amor profundo, alegre e que por vezes, menos raramente do que parece, me faz chorar, põe em meus olhos todos os sabores e todas as dores que é sentir-se completa. Meu amor não é poema, é prosa, toda essa coisa de versos e estrofes é cansativa demais, meu amor se repete, é tudo numa linha só, tem parágrafos e continuações, mas ainda não conheceu o fim, e nem vai conhecer. Meu amor é um livro, é um pouco de Pequeno Príncipe e um pouco mais de Mil e uma Noites, não tem um final feliz, talvez por que não tem final ou por que um final seria tão doloroso, tão inaceitável para ambas as partes que o livro é relido antes que chegue ao último capítulo. Somente duas pessoas são realmente importantes, alguns passam durante o desenrolar da história, outros ficam,mas essas duas pessoas não chegam nem se vão, elas estão ali, fixas, imóveis num contexto tão surreal. Você e eu. Meu amor é boca e ouvido. É flor e vento. Me fala, me ouve e me completa. Tenho em mim todo amor do mundo, e não é pouco, é oceano, é céu e é você. Só você.
Te amo.
domingo, 13 de junho de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Sob o céu de Abril.
Foi preciso um choque, um zumbido em seus ouvidos para que eles percebessem onde estava o problema, qual era a pedra que incomodava em seus sapatos, mas uma hora eles notaram que não era aquilo que eles queriam. Não foi preciso trocar palavras, seus corações sentiam que o amor ainda estava ali, e que enquanto ele existisse, tudo valeria a pena...
E lá estava ele, com seus braços entrelaçados no pequeno corpo de Sophia, assim como antes, com o amor transbordando pelos olhos e pelos sorrisos que insistiam em aparecer. E ela, com o coração entorpecido pelo amor que os unia novamente, não falava nada, apenas olhava e registrava cada detalhe daquele momento em sua memória, em seu coração.
O céu pregado sobre eles era cinza, ainda havia vestígios da chuva que os atingira anteriormente, mas não importava, eles se bastavam, se completavam em cada gesto e, mais uma vez, a felicidade estava ali, não havia nada que pudesse intervir naquele momento tão esperado. Tudo voltou ao seu lugar... os sorrisos, as brincadeiras, o carinho, as declarações de amor, estava tudo ali novamente, ao alcance de seus olhos, tudo tão abstrato, tudo feito para ela guardar em si. Era amor.
E foi assim que sob o céu de Abril, Sophia viu seu coração voltar a bater como devia, viu seu amor voltar a ser seu de verdade e pode notar que ele sempre estará ali, ao seu lado para completar tudo num mundo que era só seu.
E lá estava ele, com seus braços entrelaçados no pequeno corpo de Sophia, assim como antes, com o amor transbordando pelos olhos e pelos sorrisos que insistiam em aparecer. E ela, com o coração entorpecido pelo amor que os unia novamente, não falava nada, apenas olhava e registrava cada detalhe daquele momento em sua memória, em seu coração.
O céu pregado sobre eles era cinza, ainda havia vestígios da chuva que os atingira anteriormente, mas não importava, eles se bastavam, se completavam em cada gesto e, mais uma vez, a felicidade estava ali, não havia nada que pudesse intervir naquele momento tão esperado. Tudo voltou ao seu lugar... os sorrisos, as brincadeiras, o carinho, as declarações de amor, estava tudo ali novamente, ao alcance de seus olhos, tudo tão abstrato, tudo feito para ela guardar em si. Era amor.
E foi assim que sob o céu de Abril, Sophia viu seu coração voltar a bater como devia, viu seu amor voltar a ser seu de verdade e pode notar que ele sempre estará ali, ao seu lado para completar tudo num mundo que era só seu.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Retratos de um carnaval que já se foi...

Serpentinas e confetes no chão, o retrato da festa que acabou, dos sorrisos que se fecharam, as pessoas fazem suas malas e vão para suas casas, volta a rotina. Acabou o carnaval. As marchinhas, as fantasias, os olhares e amores, tudo isso vai ficar guardado, vai estar na lembrança das meninas que comentam com as amigas, dos meninos que não conseguem esquecer aquela moça linda do bloco que já passou. Mas calma, em que época estou? Não é mais assim, infelizmente. A máscara negra já não esconde o rosto da pessoa amada, os bailes já não são como eram antes, as mocinhas não passam meses planejando suas fantasias, nem os rapazes planejam cortejar alguém enquanto escondem sua timidez em um nariz de palhaço. Tudo mudou. Não existem mais Pierrots e Colombinas, são todos Arlequins em um mundo muito diferente daquele que tinha "mais de mil palhaços no salão". Os tempos são outros, meu caro, aceite a sua triste condição! Todo carnaval tem seu fim, e é o fim. É o fim.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Incapacidade.
"Me olhem! Estou aqui!" Sophia gritava por atenção, mas ninguém ouvia, estavam todos preocupados demais com a limpeza, a roupa, preocupados demais com os seus umbigos para poderem dar a atençao que a menina pedia enquanto chorava silenciosamente. E ela se esforçava para entender o jeito das outras pessoas, mas não conseguia. Se esforçava para ser do jeito que eles queriam, para agradar a todos que amava, mas não conseguia. Todo esforço era em vão, e isso estava estampado na expressão de todos que a ignoravam. Ela não queria mais lutar para ser o que não era, então resolveu ignorá-los também, mas não conseguia. Não conseguia nada. Sophia era uma menina incompleta, ela não era do jeito que todos desejavam, e por mais que tentasse, não conseguia. Oh Sophia, minha pequena... você não é incapaz, eles que estão fechados em seus mundos, são narcisistas demais para olharem para você... eu te amo, não esqueça disso, estou com você sempre!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
miss you.
você passa todo santo dia vendo uma pessoa e adorando a presença dela, aí chega uma época que vocês ficam sem se ver e você não fica aliviada por passar um tempo sem ver o mesmo rosto, você fica agoniada por não ter sua pequenininha perto de você, por não poder enjoar ela até sua morte, mas o tempo vai passar e você vai poder vê-la de novo. Sossega Sophia, ela não está tão longe de você e ainda te ama, o amor é recíproco.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
matemática.
"Todo mundo sabe de alguma coisa que eu não sei
De um filme que eu não vi
De uma aula que eu faltei
Por mais que eu tente eu nunca chego no horário
Eu perco tudo que eu ponho no armário
Tudo atrapalha o que eu faço
Mas pros outros parece tão fácil"
De um filme que eu não vi
De uma aula que eu faltei
Por mais que eu tente eu nunca chego no horário
Eu perco tudo que eu ponho no armário
Tudo atrapalha o que eu faço
Mas pros outros parece tão fácil"
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